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MADRID 22 fev. (EUROPA PRESS) -
O grupo jihadista Estado Islâmico (EI) reivindicou a autoria do ataque que, neste sábado, resultou na morte de dois funcionários do Ministério da Defesa — um militar e um civil — em Al Wasita, na província de Raqqa, no leste da Síria, de acordo com um comunicado da organização terrorista divulgado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos.
O grupo afirmou que alguns de seus membros atacaram com metralhadoras dois funcionários do ministério na cidade de Raqqa, no norte do país, enquanto outro membro assaltou com uma pistola “um membro do regime sírio apóstata” na cidade de Mayadin, na província de Deir Ezzor, no leste do país.
O Ministério da Defesa da Síria explicou no final da tarde deste sábado que um membro do Exército Árabe Sírio havia sido “atacado por indivíduos armados não identificados que provocaram sua morte imediata, bem como a de um civil que estava no local”.
No entanto, o governo sírio não forneceu mais detalhes sobre as circunstâncias do ataque, nem sobre a identidade ou eventual afiliação dos responsáveis, além de indicar que havia aberto uma investigação sobre o ocorrido. Outro militar morreu e outro ficou ferido em um ataque armado em Ragheb, em Deir Ezzor, no norte do país, conforme relatado pelo Estado Islâmico em seu último comunicado. O grupo jihadista havia reconhecido previamente o ataque através de sua agência de notícias afiliada, Amaq. É o quarto ataque reivindicado pelo grupo contra as forças do novo governo sírio.
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