Publicado 20/08/2026 18:40

De la Espriella renova a alta cúpula militar da Colômbia para combater o “narcoterrorismo”

Archivo - Arquivo - 20 de julho de 2026, Medellín, Antioquia, Colômbia: O presidente eleito da Colômbia, Abelardo De la Espriella, participa do desfile militar do Dia da Independência da Colômbia em Medellín, Colômbia, em 20 de julho de 2026.
Europa Press/Contacto/Camilo Moreno - Arquivo

MADRID 20 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Abelardo De la Espriella, anunciou nesta quinta-feira a renovação da alta cúpula militar do país, com pelo menos cinco nomeações importantes, incluindo a chefia do Estado-Maior Conjunto, com o objetivo de combater “de forma contundente” o “narcoterrorismo”.

“Como afirmei durante a campanha, a segurança é o eixo fundamental deste governo e estou cumprindo a promessa que fiz aos compatriotas, àqueles cerca de treze milhões de compatriotas que confiaram em mim e votaram com determinação”, declarou ao nomear uma cúpula militar “absolutamente extraordinária” que, segundo ele, permitirá “vencer a guerra contra o narcoterrorismo”.

Dessa forma, os generais Erik Rodríguez Aparicio e Carlos Carrasquilla Gómez, ambos com mais de três décadas de serviço, passarão a liderar as Forças Armadas e o Estado-Maior Conjunto, respectivamente.

À frente do Exército estará o general José Bertulfo Soto Sánchez, e da Marinha Nacional, o vice-almirante Javier Jaime Pinilla. A Força Aeroespacial, que recupera seu nome original, Força Aérea, será comandada pelo general Juan Martínez Osa.

De la Espriella afirmou que todos eles são “os melhores (...) para vencer a guerra contra a criminalidade” e que têm uma ordem “clara, contundente e inequívoca” de proteger os colombianos e defender a soberania e a segurança em cada canto do país.

“Estou comprometido em libertar a Colômbia do crime, da delinquência e da angústia diária que o narcoterrorismo impõe à nossa sociedade, que o crime organizado exerce constantemente contra nossa população indefesa”, afirmou.

Assim, o presidente destacou que a nova cúpula militar levará “paz” ao povo, embora tenha feito questão de ressaltar que não será “a paz que se negocia com bandidos, colocando o Estado de joelhos (mas) a paz que se impõe com a força das armas e as leis da República”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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