Publicado 27/07/2026 01:23

De la Espriella fechará cerca de 15 embaixadas da Colômbia e suspenderá a abertura da representação diplomática na Palestina

Anuncia o rompimento das relações diplomáticas com Cuba e a Nicarágua

27 de junho de 2026, Ipiales, Nariño, Colômbia: O presidente eleito da Colômbia, Abelardo De la Espriella, visita o Santuário de Las Lajas para agradecer à Nossa Senhora de Las Lajas após sua vitória nas eleições presidenciais de 2026, em Ipiales, Nariño,
Europa Press/Contacto/Camilo Erasso

MADRID, 27 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, manifestou neste domingo sua intenção de dar início a um processo de “otimização” das embaixadas, consulados e missões diplomáticas do país ao redor do mundo, anunciando como primeiro passo o fechamento de 14 representações, além da suspensão da abertura da sede prevista na Palestina.

“A Colômbia precisa de uma diplomacia que seja moderna, eficiente e a serviço dos interesses nacionais, não da politicagem e da burocracia”, afirmou o presidente em um discurso transmitido ao vivo por meio de suas redes sociais, no qual anunciou sua decisão de dar início ao referido “processo de otimização” das representações do país latino-americano em todo o mundo.

Como medidas da primeira etapa desse processo, De la Espriella especificou que fechará as embaixadas da Colômbia na Argélia, no Azerbaijão, em Barbados, em Cuba, na República Tcheca, na Etiópia, em Gana, no Haiti, na Hungria, na Malásia, na Nicarágua, na Romênia, no Senegal e na África do Sul.

Dentre eles, ele destacou Cuba e a Nicarágua, alertando que romperá relações diplomáticas com esses países porque, segundo defendeu, seu governo não manterá “nenhum vínculo com tiranias”. Por outro lado, “com os demais países e organismos, a Colômbia manterá suas relações internacionais e garantirá a assistência” aos seus cidadãos “por meio de esquemas de representação concorrente (...) a partir de outras embaixadas da região”.

Nesse contexto, o novo líder fez referência à sua ideia de ordenar a suspensão da abertura da embaixada na Palestina que, segundo ele, “nunca chegou a entrar em funcionamento”, ao mesmo tempo em que defendeu que há representações diplomáticas que devem ser unificadas.

“Há embaixadas que também devem ser unificadas. Por exemplo, em Paris, temos a embaixada na França e na UNESCO. É preciso unificar a missão, assim como em Roma. Em Roma, temos a embaixada na Itália e na Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura. Será uma única”, destacou.

Por fim, o líder de extrema direita, que assumirá o cargo no próximo dia 7 de agosto, anunciou que, com o objetivo de fortalecer a presença de seu país “onde existem verdadeiras oportunidades estratégicas”, abrirá a embaixada da Colômbia em Jerusalém, bem como uma nova representação na Nigéria que, segundo ele, “permitirá reorganizar e tornar mais eficiente” a presença diplomática colombiana na África.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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