Publicado 03/07/2026 00:17

De la Espriella discute com Herzog o “restabelecimento” das relações diplomáticas entre a Colômbia e Israel

Petro rompeu relações em maio de 2024 devido à ofensiva militar israelense na Faixa de Gaza

25 de junho de 2026, Bogotá, Distrito da Cidade de Bogotá, Colômbia: O presidente eleito da Colômbia, Abelardo De la Espriella, e seu vice, José Manuel Restrepo, recebem suas credenciais eleitorais que os credenciam como presidente e vice-presidente da Co
Europa Press/Contacto/Isabella Bobadilla

MADRID, 3 jul. (EUROPA PRESS) -

O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, manteve nesta quinta-feira uma conversa telefônica com seu homólogo em Israel, Isaac Herzog, na qual ambos os líderes discutiram o restabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.

“Israel e a Colômbia começam a restabelecer relações”, indicou a Assessoria de Imprensa do presidente de extrema direita em um comunicado, no qual precisou que, nessa conversa, ambos os líderes enfatizaram a “importância de restabelecer” as relações entre seus países, além de “fortalecer os laços históricos de amizade, cooperação e entendimento entre as duas nações”.

Dessa forma, afirma o comunicado, o “novo governo da Pátria Milagrosa” começa a “recuperar o lugar da Colômbia no mundo, reconstruindo relações com aliados estratégicos com base no respeito, na confiança, na segurança, na cooperação e na defesa da liberdade”.

Por sua vez, Herzog manifestou, em uma mensagem nas redes sociais, seu “interesse” em que ambos trabalhem juntos para “recolocar as relações entre Israel e a Colômbia nos trilhos”, ao mesmo tempo em que convidou De la Espriella a visitar Israel “assim que assumir o cargo” de novo ocupante da Casa de Nariño.

Foi em maio de 2024 que o presidente colombiano cessante, Gustavo Petro, anunciou o rompimento das relações diplomáticas com Israel, em meio à posição de Bogotá sobre o conflito entre Israel e a Palestina e, especificamente, sobre a situação em Gaza desde 2023.

“A Colômbia não pode ser cúmplice nem permanecer em silêncio mantendo relações diplomáticas com um governo que se comporta dessa maneira e enfrenta acusações tão graves de genocídio, crimes de guerra e violações do Direito Internacional Humanitário”, afirmava na época, em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores latino-americano, no qual se especificava que o rompimento das relações entraria em vigor a partir de 2 de maio daquele mesmo ano.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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