Publicado 16/05/2026 23:55

De la Espriella condena o assassinato de dois membros de sua campanha e acusa Petro de dar impunidade a "bandidos"

Archivo - Arquivo - 12 de fevereiro de 2026, Medellín, Antioquia, Colômbia: O candidato à presidência da Colômbia Abelardo de la Espriella, do movimento político Defensores de la Patria, dá uma entrevista coletiva em Medellín, Colômbia, em 12 de fevereiro
Europa Press/Contacto/Camilo Moreno - Arquivo

MADRID 17 maio (EUROPA PRESS) -

O candidato de direita colombiano Abelardo de la Espriella lamentou neste sábado, em uma mensagem divulgada nas redes sociais, o assassinato de dois membros de sua equipe de campanha, a apenas duas semanas das eleições presidenciais no país.

"Hoje choramos a morte de Roger Mauricio Devia e Fabián Cardona, dois patriotas assassinados covardemente pelo narcoterrorismo enquanto carregavam a bandeira desta campanha e o sonho de uma Colômbia diferente", afirmou De la Espriella, que descreveu os falecidos como "homens do povo, verdadeiros tigres, que percorriam as ruas defendendo a democracia, a liberdade e a esperança de milhões de colombianos".

O candidato da direita disse ter “a alma despedaçada” e garantiu que “seu sangue não será derramado em vão”. “Seu sacrifício nos obriga a seguir em frente com mais força, mais coragem e mais determinação”, acrescentou, defendendo que “seu único crime foi acreditar na Pátria e não se ajoelhar diante dos violentos”.

Na mesma linha, responsabilizou diretamente o governo do presidente Gustavo Petro, a quem criticou por facilitar “oxigênio, impunidade e território a esses bandidos”, e prometeu implementar medidas contundentes “desde o primeiro dia” de seu mandato, declarando “uma guerra frontal e sem trégua ao narcoterrorismo”. “Não haverá diálogos com assassinos, não haverá paz total e impunidade para bandidos”, acrescentou.

O Partido Defensores, ao qual pertenciam os falecidos juntamente com De la Espriella, também emitiu um comunicado no qual declarou que “hoje a manada guarda silêncio por dois patriotas que perderam a vida defendendo suas convicções e a democracia”. “Sua memória não será esquecida”, concluiu a formação, que espera que o sacrifício de Devia e Cardona sirva para fortalecer “a determinação de milhões de colombianos que permanecem firmes pela pátria”.

O incidente reacendeu a preocupação com a segurança em Meta, uma região historicamente afetada pela violência de grupos armados ilegais e pelo narcotráfico, onde Rogers Mauricio Devia e Fabián Cardona foram alvejados na noite de sexta-feira em uma zona rural da localidade de Cubarral.

Devia, ex-prefeito de Cubarral e responsável pela campanha local de De la Espriella, e Cardona, encarregado da logística, voltavam de Villavicencio transportando material eleitoral quando foram mortos — nas palavras do candidato à presidência — “a sangue frio”.

De olho no primeiro turno das eleições, marcado para o próximo dia 31 de maio, De la Espriella ocupa atualmente a segunda posição nas pesquisas, atrás do esquerdista Iván Cepeda. Sua proposta inclui medidas rigorosas contra a guerrilha, grupos criminosos e o tráfico de drogas, como bombardeios a acampamentos rebeldes e a retomada da pulverização aérea de plantações de coca.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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