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MADRID 26 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, assinou cerca de trinta pedidos de extradição ao longo de seus primeiros 16 dias no comando do Executivo central do país, como parte, segundo ele destacou, da luta contra o crime organizado e transnacional.
Essas extradições estão relacionadas a “múltiplos crimes”, conforme anunciou o presidente em um breve vídeo nas redes sociais, no qual aparece acompanhado pelo secretário jurídico da Presidência da Colômbia, Andrés Barreto, que estimou em “mais ou menos 30” as extradições assinadas pelo chefe do Executivo latino-americano, embora não tenham fornecido mais detalhes a respeito.
“Vamos continuar assinando mais extradições”, advertiu De la Espriella, para, em seguida, afirmar que “acabaram os tempos em que os mecanismos de cooperação internacional eram guardados em um armário” e ressaltar que, durante seu mandato, irá “com tudo contra o crime organizado e o crime transnacional”.
No último dia 12 de agosto, o líder latino-americano assinou uma série de resoluções executivas para autorizar a extradição de cinco pessoas que eram procuradas pela Justiça de diversos países que conduziam investigações contra elas, conforme informa o jornal colombiano “El Espectador”.
Especificamente, tratava-se de Diego Alberto Londoño, que será enviado ao Peru; Armando Luis Suárez Calvo e Didier Ignacio García Rodríguez, cuja extradição foi solicitada pelos Estados Unidos; Jorge Luis Mojica Ortiz, procurado pela Justiça da República Dominicana; e Roderick Aldair Morales Delgado, que será extraditado para o Panamá.
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