Publicado 04/09/2026 20:14

De La Espriella anuncia a prisão de um terrorista que supostamente teria sido designado para atentar contra ele

26 de agosto de 2026, Bogotá, Distrito Capital de Bogotá, Colômbia: O presidente colombiano Abelardo De La Espriella participa de um evento para anunciar os novos chefes militares de seu governo na Academia de Cadetes Militares José María Córdova, em Bogo
Europa Press/Contacto/Luisa Borja Luna

MADRID 5 set. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, anunciou nesta sexta-feira que o Exército capturou o conhecido como “Firu”, um importante membro do Exército de Libertação Nacional (ELN) que, segundo o presidente, havia sido designado pela milícia com o objetivo de atentar contra sua vida.

“Ontem, em Ocaña, em Norte de Santander, nossa Polícia Nacional, por meio da inteligência e da DIJIN, em coordenação com a Operação Esparta, capturou esse membro da Frente Camilo Torres Restrepo do ELN, especializado em ações de atirador de elite. Informações de inteligência indicam que ele teria sido designado pelo Estado-Maior da Frente de Guerra do Nordeste para participar do planejamento e da execução de uma ação armada contra mim”, declarou o presidente em uma publicação em suas redes sociais.

A operação ocorreu em Ocaña, localidade situada no nordeste do país, em conjunto entre a agência de inteligência nacional e a Diretoria de Investigação Criminal e Interpol (DIJIN). Segundo De La Espriella, “Firu” pertencia ao clã da Frente Camilo Torres, associado ao ELN, e era especialista em tiro de precisão, razão pela qual teria sido designado como executor para atentar contra o presidente colombiano.

Além disso, De La Espriella destacou que o detido figurava nas investigações policiais como o principal responsável pelo homicídio de três policiais em Río de Oro (no nordeste da Colômbia e muito próximo a Ocaña), embora não tenha especificado a data do incidente.

“Ele também é apontado como responsável pelo homicídio de três policiais em Río de Oro, em Cesar, e por participar de ações envolvendo atiradores de elite, drones com explosivos e engenhos explosivos contra nossas Forças de Segurança. Há um mandado de prisão contra ele por homicídio qualificado contra pessoa protegida e por fabricação, tráfico ou porte de armas de fogo”, esclareceu.

Por fim, o líder de extrema direita ressaltou a linha dura de sua política de segurança, contrária à promovida por seu antecessor, Gustavo Petro, que apostou na abertura do diálogo com os guerrilheiros, e lançou uma advertência direta às dissidências armadas: “A Colômbia não se ajoelha diante do terrorismo”.

“Aos terroristas do ELN, digo: não tenho medo deles. As ameaças contra minha vida não vão deter a ofensiva do Estado. Pelo contrário, elas fortalecem minha determinação de combatê-los até submetê-los ao império da Constituição e da lei”, declarou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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