Publicado 05/06/2026 01:11

De la Espriella afirma que vai usar a camisa da seleção colombiana, apesar da proibição judicial

7 de maio de 2026, Bogotá, Distrito da Cidade de Bogotá, Colômbia: O candidato presidencial de direita Abelardo de la Espriella faz campanha em Bogotá, Colômbia, ao lado de seu vice, José Manuel Restrepo, no dia 7 de maio de 2026.
Europa Press/Contacto/Andres Lozano

MADRID 5 jun. (EUROPA PRESS) -

O candidato de extrema direita à presidência da Colômbia, Abelardo de la Espriella, manifestou nesta quinta-feira sua intenção de continuar usando a camisa da seleção colombiana de futebol, apesar de um tribunal de Bogotá ter-lhe proibido de fazer campanha para o segundo turno das eleições presidenciais vestindo a referida camisa da seleção nacional de futebol do país.

"Ninguém pode proibir um colombiano de vestir as cores de sua seleção nem de expressar, de forma livre e pacífica, o amor que sente pelo seu país", indicou o candidato do movimento Defensores da Pátria em uma mensagem publicada nas redes sociais, na qual afirmou que continuará "vestindo a camisa da Colômbia com alegria, respeito e patriotismo".

Ele fez isso defendendo que a referida camisa “não pertence a nenhum partido, líder ou campanha” porque, segundo ele, é um “símbolo de união, liberdade e orgulho nacional”. "Ninguém pode tirar de mim o direito de vestir a camisa da Seleção da Colômbia", concluiu.

Por sua vez, o candidato à vice-presidência que acompanha De la Espriella, José Manuel Restrepo Abondano, compartilhou um vídeo nas redes sociais no qual advertiu que continuará usando a camisa “quando quiser, onde quiser e quantas vezes quiser”. “Isso significa que vou usá-la hoje, amanhã ou no dia em que for necessário”, afirmou, argumentando que o “livre desenvolvimento da personalidade e as liberdades individuais” são “princípios fundamentais” da democracia do país.

“Ninguém pode decidir como outro colombiano expressa sua identidade, seus afetos ou seu amor pela nação. A camisa da Colômbia é um símbolo de honra, de liberdade e de pátria”, insistiu Restrepo Abondano.

Foi nesta quinta-feira que o tribunal de Bogotá tomou essa decisão, em resposta a uma ação movida por um cidadão que considerava que o uso político desse símbolo nacional poderia violar direitos fundamentais como a igualdade, a não discriminação e a liberdade de escolha.

Dessa forma, o juiz instou a equipe de campanha do candidato de extrema direita a “cessar imediata e definitivamente a utilização da camisa, das cores ou dos emblemas da Seleção da Colômbia como símbolo identificador de seu partido político, de sua campanha ou de sua imagem pessoal em locais públicos ou em qualquer meio de comunicação”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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