Publicado 27/08/2026 02:59

De la Espriella afirma que “a farsa” do plano de “paz total” nas negociações com grupos armados “chegou ao fim”

26 de agosto de 2026, Bogotá, Distrito da Cidade de Bogotá, Colômbia: O presidente colombiano Abelardo De La Espriella participa de um evento para anunciar os novos chefes militares de seu governo na Academia Militar de Cadetes José María Córdova, em Bogo
Europa Press/Contacto/Sebastian Barros

MADRID 27 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, afirmou nesta quarta-feira que os funcionários públicos que se comunicarem com “grupos terroristas” serão “levados à justiça”, declarando assim que “a farsa da ‘paz total’ chegou ao fim para sempre”, em alusão ao projeto com o qual o ex-presidente Gustavo Petro iniciou negociações com diversos grupos armados do país.

“A farsa da ‘paz total’ acabou para sempre. Esse capítulo sombrio será relegado ao canto mais distante da memória nacional”, declarou De la Espriella em um evento realizado em uma escola de cadetes do Exército colombiano, conforme noticiado pela emissora Caracol Radio.

Na mesma intervenção, o presidente colombiano advertiu que “absolutamente ninguém está autorizado a estabelecer comunicação com os grupos terroristas”. “Qualquer funcionário público que o fizer será levado aos tribunais. Acabou esse joguinho de fazer concessões aos inimigos da pátria”, afirmou ele.

O projeto impulsionado pelo governo de Petro, assegurou ele, “fracassou retumbantemente em seu objetivo fundamental, pois abriu espaços e concedeu benefícios a membros de estruturas criminosas sem que, em casos como os que nos ocupam hoje, fossem comprovadas contribuições verificáveis e resultados concretos para a conquista da paz”, segundo a revista ‘Semana’.

“Por isso, este governo começa a desmontar esse modelo de falsa paz e a substituí-lo por uma política de segurança, legalidade e autoridade do Estado”, ressaltou, enfatizando que “os processos de diálogo não podem se tornar refúgios diante da justiça”.

De la Espriella continua, assim, definindo seu tom em relação aos grupos armados que protagonizam a prolongada crise de segurança que o país enfrenta.

Nesse mesmo contexto, o presidente colombiano ordenou nesta quarta-feira a extradição para os Estados Unidos de cinco membros de grupos armados que atuaram como negociadores de paz durante os diálogos promovidos por seu antecessor na Casa de Nariño.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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