Publicado 21/08/2025 12:22

A Espanha e outros 20 países conclamam Israel a cessar seu expansionismo "inaceitável" "imediatamente".

JERUSALÉM, 14 de agosto de 2025 -- Esta foto tirada em 14 de agosto de 2025 mostra uma vista da área E1, um trecho de terra a leste de Jerusalém entre a cidade e o assentamento de Ma'ale Adumim.   O ministro das Finanças de Israel, Bezalel Smotrich, de ex
Europa Press/Contacto/Jamal Awad

MADRID 21 ago. (EUROPA PRESS) -

Os ministros das Relações Exteriores de 21 países, incluindo o espanhol José Manuel Albares, uniram suas vozes para exigir o "cancelamento imediato" dos planos israelenses de construir novos assentamentos na área E1 e na Cisjordânia, um projeto que eles consideram "inaceitável" e "uma violação do direito internacional".

Pedimos a Israel que renuncie a esse projeto com a máxima urgência", afirmam os ministros que assinaram essa nota, que também inclui representantes diplomáticos do Reino Unido, França, Japão, Canadá, Austrália e Holanda, entre outros.

Em sua nota, eles apontam para as declarações do ministro das finanças de Israel, Bezalel Smotrich, que saudou publicamente o impacto dos planos expansionistas sobre a viabilidade de um futuro Estado palestino, e alertam que "essa decisão não traz nenhum benefício para o povo israelense".

"Pelo contrário, ela pode comprometer a segurança (de Israel) e incentivar a violência e a instabilidade, afastando-nos ainda mais da paz", diz o grupo, que teme os efeitos que as "ações unilaterais" do governo de Benjamin Netanyahu podem ter sobre a segurança de toda a região.

Os 21 países pedem que as autoridades israelenses cumpram as resoluções do Conselho de Segurança da ONU e ponham fim à construção de novos assentamentos em áreas ocupadas, ao mesmo tempo em que pedem o fim das "restrições" impostas à viabilidade econômica da Autoridade Palestina, a administração política que controla a Cisjordânia.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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