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MADRID 1 jun. (EUROPA PRESS) -
O governo espanhol denunciou neste domingo as últimas consequências da ofensiva israelense na Faixa de Gaza e pediu ao governo israelense que ponha fim à "guerra desumana" que está travando no enclave palestino.
"O último hospital em Gaza parou de funcionar. Os bombardeios continuam hoje perto de um centro de distribuição de ajuda", lamentou o ministro das Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação, José Manuel Albares.
Albares reagiu nesses termos a um incidente ocorrido no domingo em um centro de ajuda montado pela disputada Fundação Humanitária para Gaza, uma organização criada pelos Estados Unidos e por Israel.
Lá, um ataque israelense nas proximidades de um de seus pontos de distribuição em Rafah, no sul do enclave, resultou em pelo menos 31 mortos e mais de 200 feridos, de acordo com as autoridades de Gaza e organizações de saúde palestinas. A fundação negou o incidente, enquanto o exército israelense confirmou que tiros foram disparados, mas disse que o incidente ainda está sendo investigado.
"Israel deve parar com essa guerra desumana agora. Os habitantes de Gaza, seus filhos, merecem saúde, educação e dignidade", disse Albares em uma mensagem publicada em sua conta na mídia social X.
"A Espanha exige o cumprimento do direito humanitário internacional. Pedimos a entrada desimpedida de ajuda humanitária e a libertação dos reféns", acrescentou Albares, antes de insistir para que a comunidade internacional faça um novo esforço para "acabar com essa guerra e aplicar a solução de dois Estados".
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