Publicado 27/04/2026 17:06

A Espanha condena a onda de ataques na Colômbia e pede o fim da violência

O ministro das Relações Exteriores, da União Europeia e da Cooperação, José Manuel Albares, dá uma entrevista coletiva no âmbito da viagem ao Campo de Gibraltar, onde se reunirá com diversos representantes da região. Em 23 de abril de 2026, em Algeciras,
Nono Rico / Europa Press

MADRID 27 abr. (EUROPA PRESS) -

O Governo da Espanha condenou nesta segunda-feira a onda de ataques violentos que, nas últimas horas, abalou o sudoeste da Colômbia, deixando pelo menos vinte mortos e cinquenta feridos.

Em um comunicado, o Ministério das Relações Exteriores espanhol expressou sua solidariedade às vítimas, ao povo e ao governo colombianos, e defendeu “a segurança, a estabilidade e o fim das ações de violência no país”.

Neste fim de semana, o Estado-Maior Central (EMC) das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) fechou as portas a qualquer possibilidade de negociação com o governo colombiano com uma série de 26 atentados perpetrados em apenas 48 horas no leste e sudeste do país, o mais grave dos quais causou a morte de pelo menos 21 pessoas em um micro-ônibus que circulava pela Via Pan-americana.

Após os ataques, o presidente colombiano, Gustavo Petro, ordenou a intensificação das operações militares contra a guerrilha. Por sua vez, o ministro da Defesa da Colômbia, Pedro Sánchez, argumentou nesta segunda-feira que a onda de atentados mortais das últimas horas é uma resposta às ações do governo, que já se infiltrou até mesmo no “ninho terrorista daquela região”.

“São uma resposta ao que fazemos”, disse Sánchez em relação ao que já são os piores atentados contra a população civil nas últimas décadas, em entrevista à Caracol Radio, na qual destacou a responsabilidade de Iván Jacobo Idrobo Arredondo, conhecido como ‘Marlon’, nesses ataques.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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