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MADRID 2 maio (EUROPA PRESS) -
O governo espanhol manifestou neste sábado sua condenação à agressão sofrida na terça-feira por uma freira francesa às mãos de um indivíduo já detido, em um incidente que tanto a polícia israelense quanto o governo francês e a instituição para a qual a vítima trabalhava consideram um ataque sectário contra a população cristã da cidade, alvo ocasional de agressões por parte de extremistas judeus.
O detido, de 36 anos, foi filmado pelas câmeras de segurança enquanto dava um forte empurrão na freira, pesquisadora da Escola Francesa de Estudos Bíblicos e Arqueológicos de Jerusalém (ÉFAB, na sigla em francês), quando ela passava em frente ao Túmulo de Davi. A religiosa apresenta evolução favorável em relação aos ferimentos.
Em seu comunicado de repulsa publicado neste sábado, o Ministério das Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação da Espanha “expressa sua enérgica condenação” diante dessa “grave agressão”, manifesta sua solidariedade à vítima e “seus votos de pronta recuperação”.
O governo espanhol exige que o responsável pela agressão "responda perante a justiça" e que Israel "garanta a liberdade de culto, respeite o status quo de Jerusalém e adote medidas para impedir esse tipo de ato violento".
Vale lembrar que o governo francês também declarou esta agressão como um ato “anticristão” e “intolerável”, antes de pedir, nas palavras de seu ministro das Relações Exteriores, Jean-Noël Barrot, uma “punição exemplar” para o agressor.
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