Publicado 17/03/2025 10:59

A Eslováquia enfatiza que "não gastará um centavo" em ajuda militar à Ucrânia e não participará de uma missão de manutenção da paz.

21 de fevereiro de 2025, National Harbor, Maryland, EUA: O assessor de segurança nacional dos Estados Unidos do presidente Donald Trump, Michael Waltz, conversa com Mercedes Schlapp durante o segundo dia da Conferência CPAC 2025 no Gaylord ConvenPrimeiro-
Europa Press/Contacto/Lev Radin

MADRID 17 mar. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, disse na segunda-feira que seu país "não gastará um centavo" para enviar ajuda militar à Ucrânia, nem participará de qualquer missão de manutenção da paz no país, em um momento em que as negociações em nível europeu estão indo nessa direção, já que a Rússia e a Ucrânia parecem estar caminhando para um acordo de paz.

Fico se reuniu nesta segunda-feira com embaixadores de países membros da UE e aproveitou a oportunidade para enfatizar que o continente "nunca será competitivo" sem o trânsito de gás pela Ucrânia, um ponto que Bratislava garante que continuará exigindo. Fico deixou a porta aberta para uma nova reunião com as autoridades ucranianas para tratar de "projetos mutuamente benéficos".

Da mesma forma, o primeiro-ministro eslovaco destacou em seu perfil oficial no Facebook que, durante a reunião, ele afirmou que seu país "nunca apoiará qualquer sanção da UE contra a Hungria por suas posições soberanas", defendendo assim as posições dos representantes de Viktor Orbán em Bruxelas contra sanções contra a Rússia ou maior ajuda militar à Ucrânia.

"Agradeço aos embaixadores dos países da UE pela troca aberta e franca de opiniões e por respeitarem a política externa soberana da Eslováquia, orientada para os quatro cantos do mundo", disse o chefe de governo eslovaco, que é considerado por alguns como pró-russo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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