Publicado 16/03/2025 22:46

Erdogan expressa apoio aos esforços de Trump para pôr fim ao conflito Rússia-Ucrânia

Archivo - Arquivo - Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan
Europa Press/Contacto/Turkish Presidency - Arquivo

MADRID 17 mar. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, expressou no domingo seu apoio às "iniciativas determinadas e diretas" de seu homólogo norte-americano, Donald Trump, para pôr fim ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia, ao mesmo tempo em que assegurou que "Ancara lutou por uma paz justa e duradoura desde o início".

O gabinete de Erdogan disse que os dois mantiveram uma conversa telefônica - a primeira desde que Trump retornou à Casa Branca em janeiro - na qual discutiram as relações bilaterais entre a Turquia e os Estados Unidos, bem como questões regionais e globais, cujos desenvolvimentos "exigem mais diálogo" bilateral "em todas as questões".

"Erdogan expressou sua plena convicção de que a Turquia e os Estados Unidos, como aliados, avançarão sua cooperação no novo período de maneira solidária, orientada para resultados e sincera", diz um comunicado publicado pela equipe de imprensa da presidência turca em seu perfil na mídia social X.

Por outro lado, em relação à situação na região, foi ressaltada "a importância de contribuir conjuntamente para o levantamento das sanções contra a Síria, a fim de restaurar a estabilidade, promover o funcionamento da nova administração e apoiar a normalização das relações", com o objetivo de permitir que os sírios retornem ao seu país.

Por fim, Erdogan declarou que espera medidas dos EUA nesse novo período de relações, especialmente na luta contra o terrorismo, e pediu o levantamento das sanções impostas (sob a CAATSA), a conclusão do processo de aquisição do caça F-16 e a reentrada da Turquia no programa F-35.

A participação da Turquia no programa F-35 desenvolvido pela OTAN foi suspensa devido à sua decisão de comprar o sistema de defesa aérea russo S-400. Antes disso, Washington e Ancara haviam negociado a compra de mísseis Patriot.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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