David Zorrakino - Europa Press
BARCELONA 16 mar. (EUROPA PRESS) -
A proposta que o Ministério dos Transportes apresentou na tarde deste domingo aos sindicatos para suspender a greve na Renfe e na Adif havia sido previamente acordada com a ERC, que aceitou "transitoriamente" que a empresa que deveria liderar a transferência do serviço de Rodalies para a Generalitat fosse vinculada ao grupo Renfe.
De acordo com fontes republicanas, a afiliação da nova empresa entre o Estado e a Generalitat ao grupo Renfe permite atender às demandas dos trabalhadores, que temem perder os direitos trabalhistas adquiridos com a transferência acordada entre o PSOE e a ERC.
Dessa forma, a Renfe constituirá uma subsidiária (com participação majoritária da Renfe Viajeros), que fará parte do grupo, onde serão aplicados o Acordo Coletivo, o Acordo de Garantias e todos os acordos trabalhistas em vigor no Grupo Renfe.
As mesmas fontes acrescentaram que, se o governo tiver uma participação majoritária, isso também significa que a dívida da Renfe não será assumida pela Generalitat por enquanto.
No entanto, os republicanos continuam a defender que o objetivo final é que "haja uma empresa 100% catalã" que administre a Rodalies.
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