SECRETARÍA ECUATORIANA DE GESTIÓN DE RIESGOS EN X
MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -
O Corpo de Bombeiros de Quito, capital do Equador, anunciou nesta quinta-feira o envio de 47 socorristas e dois cães à Venezuela para apoiar os trabalhos de busca, resgate e avaliação de estruturas, após o duplo terremoto de magnitude 7,5 e 7,2 na escala de Richter que abalou o país na véspera.
“Enviaremos 47 socorristas e dois cães. Além disso, mobilizaremos seis toneladas de equipamentos”, anunciou o Corpo de Bombeiros de Quito em um comunicado, no qual esclareceu que o envio inclui um acampamento com autonomia de até sete dias, sistemas de internet via satélite para coordenação e comunicação, além de drones para reconhecimento e avaliação das áreas afetadas.
A isso se somam, ainda, vários equipamentos de corte e perfuração, câmeras com sensores sísmicos e dispositivos de detecção acústica para localizar possíveis vítimas sob os escombros, conforme detalhou o Corpo de Bombeiros, acrescentando que o objetivo é oferecer “apoio especializado” nas atividades de busca, resgate e avaliação de estruturas.
Pouco antes, a Secretaria Nacional de Gestão de Riscos informou que “por determinação do Governo nacional, liderado pelo presidente (do Equador), Daniel Noboa”, estava em andamento a “preparação e mobilização de 46 bombeiros especializados em resgate, juntamente com seus equipamentos técnicos e cães de resgate, para apoiar os trabalhos de busca e resgate”.
Isso está em consonância com o anúncio anterior do próprio Noboa, que, em uma mensagem nas redes sociais, informou que o Equador responderia “com a rapidez e o compromisso que este momento exige”, argumentando que “apesar das enormes diferenças, a humanidade sempre deve nortear a atuação de um governante”.
Autoridades latino-americanas de países como Brasil, Cuba, Argentina, México, El Salvador, Chile, República Dominicana, Panamá, Costa Rica ou Colômbia demonstraram ao longo do dia sua disposição em enviar ajuda à Venezuela após os referidos terremotos, que já deixaram pelo menos 188 mortos e mais de 1.500 feridos, segundo o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez.
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