Publicado 12/05/2025 21:07

Equador envia 1.500 militares para a Amazônia após onze soldados serem mortos por grupo armado

Soldados equatorianos lançando uma operação militar com helicópteros nas regiões amazônicas do país.
MINISTERIO DE DEFENSA NACIONAL DE ECUADOR

O grupo dissidente das FARC, Comandos de Frontera, atacou uma brigada que participava de uma operação contra a mineração ilegal.

MADRID, 13 maio (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Defesa do Equador enviou 1.500 soldados para a região amazônica de Alto Punino na segunda-feira, em uma operação para localizar e "eliminar" membros do grupo armado colombiano Comandos de Frontera, acusado do assassinato de onze soldados na última sexta-feira na região vizinha de Coca.

O destacamento, que inclui "Forças Especiais de Elite", helicópteros e drones de vigilância, tem como objetivo "neutralizar" e "até eliminar" os responsáveis, um grupo dissidente das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). "Esta guerra é contra os terroristas", diz a declaração em seu site.

Além disso, o Ministério da Defesa identificou um guerrilheiro morto ao lado dos soldados como o líder regional dos Comandos de la Frontera no Equador, conhecido como 'Compadre'. De acordo com o ministério, "ele comandava uma célula de pelo menos 30 guerrilheiros fortemente armados com fuzis, lançadores de granadas, explosivos e tecnologia" e era um aliado da gangue equatoriana Los Lobos.

Os onze soldados mortos na última sexta-feira estavam participando de uma operação contra a mineração ilegal na selva amazônica. As forças equatorianas enviaram um total de 80 soldados divididos em quatro equipes de combate para controlar as atividades ilegais perto da fronteira com a Colômbia.

Após o ataque, a promotoria abriu uma investigação de terrorismo, enquanto o presidente do Equador, Daniel Noboa, declarou os soldados mortos heróis nacionais e decretou três dias de luto nacional.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado