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O país também retira seu embaixador em Havana, rompendo "de facto" as relações diplomáticas com a ilha caribenha MADRID 4 mar. (EUROPA PRESS) -
O Ministério das Relações Exteriores do Equador declarou nesta quarta-feira o embaixador de Cuba em Quito, Basilio Antonio Gutiérrez García, e os membros do pessoal diplomático, consular e administrativo como pessoas indesejáveis, dando-lhes um prazo de 48 horas para deixar o país latino-americano.
“Foi concedido um prazo de 48 horas, de acordo com a prática diplomática, para que o embaixador e todos os funcionários dessa missão diplomática abandonem o território nacional”, indicou o Ministério das Relações Exteriores em um comunicado.
A medida foi tomada, segundo Quito, “no exercício das faculdades que lhe são conferidas pelo Direito Internacional e em conformidade com o artigo 9 da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas”, embora não tenha oferecido mais detalhes. “O Equador reafirma seu compromisso com o respeito ao Direito Internacional e a defesa dos altos interesses nacionais”, concluiu.
Paralelamente, o presidente equatoriano, Daniel Noboa, assinou um decreto em que encerrou as funções de José María Borja López como embaixador do Equador em Cuba, cargo que ocupava desde 2021, pelo que, de facto, o país latino-americano rompeu relações diplomáticas com a ilha caribenha.
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