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MADRID 16 jan. (EUROPA PRESS) - O governo do Equador anunciou o envio de cerca de 10.000 militares às províncias de Guayas, Los Ríos e Manabí, no oeste do país, no âmbito da operação “Ofensiva Total” lançada pelas autoridades.
A medida foi apresentada pelo Ministério da Defesa, que defende o combate às supostas “estruturas criminosas” que operam em zonas do oeste do país, uma das mais afetadas pela onda de violência que atravessa o país.
O Ministério da Defesa equatoriano informou em um comunicado que esta operação está sendo desenvolvida “sob objetivos reservados e contempla a intervenção de setores priorizados, definidos a partir de análises de inteligência militar”.
O ministro, Gian Carlo Loffredo, afirmou que o comando militar será mantido por tempo indeterminado na província de Guayas, com o objetivo de dirigir as ações a partir do território que concentra os maiores índices de homicídios. O destino dos criminosos “será a prisão ou o inferno”. O Equador registrou mais de 9.000 assassinatos em 2025, com uma taxa de cerca de 52 homicídios por cada 100.000 habitantes, de acordo com dados do Observatório do Crime Organizado. Assim, tornou-se um dos países mais violentos da região.
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