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A empresa afirma que o navio-tanque 'CS Anthem' "concluiu com sucesso sua travessia" e destaca "o profissionalismo" da Marinha dos Estados Unidos
MADRID, 6 maio (EUROPA PRESS) -
O navio-tanque 'CS Anthem' tornou-se o segundo a conseguir atravessar o Estreito de Ormuz com escolta dos Estados Unidos, conforme confirmado nesta quarta-feira pela empresa norte-americana Crowley-Stena Marine Solutions, depois que o Exército dos Estados Unidos assegurou na segunda-feira que havia auxiliado a passagem de dois navios e que a dinamarquesa Maersk indicou na terça-feira que uma dessas embarcações era o 'Alliance Fairfax', operado por sua subsidiária Farrell Lines.
"O navio 'CS Anthem', gerenciado pela Crowley, completou com sucesso sua travessia pelo Estreito de Ormuz", afirmou um porta-voz da empresa em declarações concedidas à Europa Press. "A segurança de nossas tripulações e embarcações, bem como a continuidade do serviço para nossos clientes, continuam sendo nossas principais prioridades", declarou.
Além disso, ele ressaltou que “a Crowley reconhece o profissionalismo da Marinha dos Estados Unidos e dos parceiros governamentais que trabalham em nível mundial para garantir a segurança marítima”, sem fornecer detalhes sobre a rota seguida pelo ‘CS Anthem’ e as “medidas de segurança” que estiveram em vigor durante sua travessia por essa via estratégica.
A confirmação por parte da Crowley surge depois que a Maersk indicou na terça-feira, em declarações à Europa Press, que o 'Alliance Fairfax', de bandeira americana — assim como o 'CS Anthem' —— saiu do Golfo Pérsico sob escolta do Exército dos Estados Unidos, um processo que terminou “sem incidentes” e apesar das negativas do Irã de que algum navio tivesse cruzado essa via estratégica sem coordenação com suas forças.
A passagem desses dois navios ocorreu no âmbito de uma iniciativa “humanitária” anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para facilitar a saída dos navios retidos no Golfo Pérsico, medida suspensa nesta mesma quarta-feira pelo ocupante da Casa Branca após o subsequente recrudescimento das tensões na região.
As autoridades iranianas anunciaram em 17 de abril que estavam encerrando suas restrições ao tráfego na região, após a confirmação, no dia anterior, de um cessar-fogo temporário no Líbano, embora tenham garantido que as restrições seriam restabelecidas depois que Trump afirmou, em resposta — após aplaudir o gesto de Teerã — que as forças americanas manteriam o bloqueio aos portos iranianos por essa via.
Trump anunciou posteriormente a prorrogação do cessar-fogo alcançado em 8 de abril após um pedido do Paquistão, que está mediando o processo, embora tenha insistido que o bloqueio continuará em vigor. O bloqueio e a abordagem e apreensão de navios iranianos na zona têm sido um dos motivos invocados por Teerã para não comparecer às negociações em Islamabad, ao considerar que essas ações constituem uma violação do cessar-fogo.
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