Abedalrahman Hassan - Arquivo
MADRID 28 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Emirados Árabes Unidos (EAU) convocaram o embaixador de Israel no país nesta quarta-feira para protestar contra o que descreveram como "práticas lamentáveis" de altos funcionários do governo israelense na Esplanada das Mesquitas, um dos locais mais sagrados do Islã e localizado em Jerusalém.
Eles condenaram as "violações e práticas ofensivas" contra os palestinos na área, considerada pelos judeus como o Monte do Templo, de acordo com a Emirates News Agency (WAM).
Suas palavras foram proferidas logo após o ministro da segurança de Israel, Itamar Ben Gvir, ter visitado a área para marcar o Dia de Israel - o dia em que Israel comemora sua vitória na guerra de 1967.
O governo dos Emirados disse que esses foram "ataques repetidos por extremistas israelenses que fomentaram atos de ódio e violência no que equivale a uma campanha sistemática que visa não apenas os companheiros palestinos, mas também toda a comunidade internacional".
"Isso levou ao aumento da tensão em um momento em que deveríamos nos concentrar em acabar com a tragédia na Faixa de Gaza", enfatizou, antes de pedir ao governo israelense que "assuma total responsabilidade, condene essas práticas e puna os responsáveis".
"Pedimos que sejam tomadas as medidas necessárias para evitar que Jerusalém seja explorada para promover uma agenda política de violência, extremismo e incitação ao ódio.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático