Publicado 13/07/2026 02:46

O embaixador dos EUA na ONU reitera que Cuba é “uma ameaça” à “segurança nacional” dos EUA

Ele alega que a Rússia e a China têm “postos de inteligência, postos de captação de sinais e oficiais militares em Cuba”

2 de julho de 2026, Nova York, Nova York, Estados Unidos: O embaixador Mike Waltz, dos Estados Unidos, discursa durante a reunião do Conselho de Segurança sobre “A situação no Oriente Médio”, convocada a pedido do Reino do Bahrein, na sede da ONU em Nova
Europa Press/Contacto/Lev Radin

MADRI, 13 jul. (EUROPA PRESS) -

O embaixador dos Estados Unidos junto às Nações Unidas, Mike Waltz, afirmou que Cuba representa “uma ameaça para seu próprio povo” e também para a “segurança nacional” dos Estados Unidos, alegando que o país abriga agentes dos serviços de inteligência da Rússia e da China.

“O regime cubano não representa apenas uma ameaça para seu próprio povo, mas também para a segurança nacional, e este governo não vai mais tolerar isso”, declarou o diplomata norte-americano em entrevista à rede Fox.

Na mesma entrevista, Waltz mencionou bases “tanto russas quanto chinesas”, sustentando, a esse respeito, que ambos os países “ainda mantêm postos de inteligência, postos de coleta de sinais e oficiais militares em Cuba”. “Bem em frente às nossas costas”, precisou ele.

No entanto, ele elogiou os esforços do governo de Donald Trump para reduzir a suposta presença de Moscou e Pequim na América: “Eles não estão mais na Venezuela, não estão mais no sul da América Central... Nem mesmo no Canal do Panamá”, defendeu, apontando para uma suposta maior presença chinesa e russa na região “sob o governo (do ex-presidente Joe Biden) e governos anteriores”.

As declarações do embaixador na ONU ocorrem no contexto de um novo impulso na campanha de pressão de Washington contra Havana, no âmbito da qual o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, advertiu neste mesmo sábado que o Executivo republicano continuará empregando “todas as ferramentas à sua disposição” para “impulsionar” reformas “políticas e econômicas” em Cuba e pôr fim a “décadas de repressão e incompetência econômica de seu regime comunista”.

Ao embargo de seis décadas em vigor sobre a ilha, os Estados Unidos somaram, desde o início do ano, um bloqueio energético que provocou, em algumas ocasiões, a paralisação total do abastecimento no país insular.

Por outro lado, da ilha, o ministro das Relações Exteriores cubano, Bruno Rodríguez, vem denunciando que o país inteiro é alvo de uma punição coletiva imposta pela Casa Branca.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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