Afirma que os "parceiros" de Washington no Golfo Pérsico "liderarão a defesa da liberdade de navegação mundial" ao lado dos EUA
MADRID, 4 maio (EUROPA PRESS) -
O embaixador dos Estados Unidos junto às Nações Unidas, Michael Waltz, defendeu a nova iniciativa “humanitária” apoiada pelo Exército americano e anunciada neste domingo pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para facilitar a saída dos navios retidos no Golfo Pérsico devido ao fechamento do Estreito de Ormuz, que ele comparou a outras passagens marítimas estratégicas, como o Estreito de Gibraltar.
“Infelizmente, haverá conflitos no futuro e, seja no estreito de Malaca (Malásia), no de Gibraltar ou no de Ormuz, o mundo não pode permitir que se crie o precedente de que uma das partes possa tentar punir as economias mundiais com o objetivo de obter vantagem sobre a outra”, afirmou nas redes sociais.
Na mesma publicação, o diplomata norte-americano alegou que, “independentemente” da opinião de cada um sobre o programa nuclear iraniano, “o fato de o Irã colocar minas marítimas de forma indiscriminada em águas internacionais e tentar ‘cobrar pedágios’ da navegação mercante civil é ilegal e inaceitável”.
Além disso, ele apontou para uma possível participação dos aliados de Washington no Oriente Médio em relação a essa iniciativa: “Os Estados Unidos e nossos parceiros do Golfo liderarão a defesa da liberdade de navegação mundial”, proclamou, embora até o momento nenhum dos grandes aliados da Casa Branca na região, como a Arábia Saudita, tenha se manifestado a respeito da missão anunciada por Trump, na qual o Exército americano mobilizará 15 mil soldados, além de contratorpedeiros lançadores de mísseis e mais de uma centena de aeronaves, entre outros recursos.
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