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MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
A Embaixada da Espanha em Beirute desaconselhou viagens ao Líbano “devido à situação atual em diversas regiões do país”, ao mesmo tempo em que recomendou aos cidadãos que se encontram nessas áreas que partam “nos primeiros voos comerciais disponíveis”, enquanto o aeroporto permanecer em funcionamento.
Além disso, a Embaixada também aconselhou “evitar deslocamentos não essenciais”, especialmente ao sul do Líbano, no vale da Bekaa e nos bairros do sul de Beirute (Dahiye).
Nesse contexto, lembrou que o espaço aéreo do Líbano permanece aberto e que o Aeroporto de Beirute “está em funcionamento”. Por meio de uma mensagem no 'X', informou que a companhia aérea Middle East Airlines (MEA) “continua operando voos para a Europa”.
A Embaixada também pediu aos passageiros que verifiquem o status de seus voos com a companhia aérea antes de se dirigirem ao aeroporto e, uma vez fora do país, informem a Embaixada pelo e-mail oficial ou por mensagem para o número 9613110074.
As autoridades libanesas elevaram nesta segunda-feira para quase 1.500 o número de mortos e para mais de 4.600 o de feridos devido aos ataques de Israel contra seu território desde 2 de março, dias após o início de sua ofensiva em conjunto com os Estados Unidos e contra o Irã.
Além disso, as Forças Armadas de Israel emitiram um aviso de evacuação para cerca de 40 localidades no sul do Líbano, em vista de possíveis bombardeios aéreos.
O presidente do Governo, Pedro Sánchez, exigiu o cessação imediata dos ataques “intoleráveis” de que tem sido alvo a Força Interina da ONU no Líbano (FINUL), na qual participa um contingente espanhol, bem como o respeito pela integridade deste país, depois de Israel ter lançado uma operação militar em resposta aos ataques por parte do partido-milícia xiita Hezbollah.
Na mesma linha, havia se manifestado anteriormente o ministro das Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação, José Manuel Albares, que reconheceu que atualmente “a situação mais preocupante, de longe” no conflito no Oriente Médio é a do Líbano, devido aos “bombardeios indiscriminados” que causam vítimas civis e aos ataques contra a FINUL. “Exigimos uma investigação sobre o que está ocorrendo”, afirmou ele em relação a essas últimas ações.
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