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Salienta que “não está em condições” de “ajudar diretamente” os americanos que desejam sair do país MADRID 3 mar. (EUROPA PRESS) -
A Embaixada dos Estados Unidos em Israel anunciou nesta terça-feira que não pode ajudar seus cidadãos no país a “evacuar” diante do conflito desencadeado no Oriente Médio devido à ofensiva lançada de surpresa em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que respondeu atacando território israelense e interesses americanos na região.
“A Embaixada dos Estados Unidos não está em condições, neste momento, de evacuar ou ajudar diretamente os americanos a sair de Israel”, afirmou em um comunicado, ao mesmo tempo em que solicitou aos seus cidadãos que “façam seus próprios planos de segurança” para sair do país, caso considerem necessário.
Assim, destacou que as autoridades israelenses abriram uma linha de ônibus para a passagem fronteiriça de Taba e detalhou que aqueles que quiserem usar essa via devem se registrar por meio de um documento de evacuação habilitado pelo Ministério do Turismo de Israel. “A Embaixada dos Estados Unidos não pode fazer nenhuma recomendação, a favor ou contra, deste serviço de ônibus. Se optarem por utilizar esta via para sair, o Governo dos Estados Unidos não pode garantir a sua segurança", salientou, ao mesmo tempo que sublinhou que "os passageiros que desejarem atravessar para a Jordânia podem apanhar o autocarro para Eilat e seguir de forma independente de táxi até à passagem Isaac Rabin", conhecida na Jordânia como Uadi Araba.
A ofensiva dos Estados Unidos e de Israel deixou até o momento mais de 550 mortos no Irã, conforme confirmado na segunda-feira pela Cruz Vermelha iraniana. Entre os mortos estão o líder supremo iraniano, o aiatolá Alí Jamenei, além de vários ministros e altos funcionários do Exército do Irã, que respondeu lançando mísseis e drones contra Israel e bases americanas em países do Oriente Médio.
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