Publicado 09/01/2026 13:06

O ELN confirma estar por trás do sequestro de cinco policiais em Tibú, no nordeste da Colômbia.

Archivo - Arquivo - Membro da guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) da Colômbia em uma imagem de arquivo
BRASIL DE FATO / FLICKR - Arquivo

MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) -

A guerrilha do Exército de Libertação Nacional (ELN) reivindicou o sequestro de cinco policiais no município de Tibú, em Norte de Santander, no último dia 6 de janeiro, e informou que “eles estão em boas condições de saúde” e que receberão um “tratamento digno” e as garantias de segurança correspondentes.

O ELN detalhou em um comunicado que os agentes foram interceptados quando se deslocavam em um veículo do serviço público de transportes. A guerrilha justificou que o sequestro responde ao “apoio e proteção” que a Polícia de Tibú oferece “à banda narcoparamilitar da Frente 33” das dissidências das FARC, “por ordem presidencial”.

“O apoio logístico e operacional prestado pelo Exército e pela Polícia à banda narcoparamilitar da Frente 33 na região os torna participantes e cúmplices das ações criminosas dos narcobandidos”, argumentou.

O ELN indicou que nos “próximos dias” serão anunciadas as condições para sua libertação, dependendo também das operações que as forças de segurança realizarem para resgatá-los.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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