Publicado 26/10/2025 09:33

Edmundo González condena a iniciativa de Maduro de retirar a nacionalidade de Leopoldo López

Archivo - Arquivo - O presidente eleito da Venezuela, Edmundo González, durante o evento 'Venezuela, Memória e Justiça', na sede do Parlamento Europeu, em 10 de junho de 2025, em Madri (Espanha). O encontro inclui depoimentos de vítimas, descobertas de ór
Alejandro Martínez Vélez - Europa Press - Arquivo

MADRID 26 out. (EUROPA PRESS) -

O líder da oposição venezuelana, Edmundo González, condenou neste domingo a decisão do governo venezuelano de retirar o passaporte de Leopoldo López, assim como repudiou a iniciativa do presidente, Nicolás Maduro, de retirar a nacionalidade de seu colega dissidente.

"Privar um cidadão de sua nacionalidade por motivos políticos viola os princípios mais básicos do direito internacional", disse González em sua conta na rede social X.

Em uma breve mensagem, González disse que "a recente ameaça contra Leopoldo López faz parte de uma prática cada vez mais comum nos regimes autoritários da região".

"Milhões de venezuelanos que fugiram do país vivem hoje sem passaportes ou carteiras de identidade e sem a possibilidade de renovar seus documentos. Muitas crianças nascem no exílio como apátridas, vítimas de uma apatridia que as priva de reconhecimento e proteção. A identidade não é uma concessão de poder, é um direito que está sendo violado", concluiu González, que vive na Espanha como López.

O governo venezuelano tomou essas medidas em resposta a um pedido de López aos EUA para invadir o país e derrubar as autoridades atuais.

Em sua primeira resposta, também em X, o dissidente quis qualificar que o que ele apoiava era uma intervenção dos EUA contra o tráfico de drogas antes de defender uma "forma legítima, pacífica e constitucional de pôr fim à ditadura de Nicolás Maduro".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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