Europa Press/Contacto/Ignacio Lopez Isasmendi
MADRID 9 jan. (EUROPA PRESS) -
O candidato presidencial venezuelano e líder da oposição Edmundo González comemorou a última libertação de presos na Venezuela, num momento em que é necessária “moderação e firmeza” após a operação militar dos Estados Unidos que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro, e destacou uma transição forçada no país latino-americano, agora sob a presidência interina de Delcy Rodríguez e a atenta supervisão de Washington.
“Fico profundamente feliz em ver o abraço daqueles que já puderam se reencontrar e acompanho com respeito e proximidade aqueles que continuam esperando”, afirmou nesta sexta-feira González, que se declarou vencedor das eleições presidenciais de 28 de julho e, desde então, afirma ser o governante legítimo do país.
No entanto, os Estados Unidos explicaram que sua prioridade agora é conversar com a presidente Rodríguez, já que nem González nem a também líder da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, estão disponíveis. O presidente dos EUA, Donald Trump, chegou a dizer em entrevista coletiva no último sábado que, por enquanto, considera Machado uma líder inviável porque “não conta com o apoio do povo venezuelano”. O secretário de Estado, Marco Rubio, expressou sua simpatia por Machado, mas indicou que, no momento, é imperativo dialogar com as autoridades dentro da Venezuela. González, residente na Espanha, acrescentou em sua mensagem publicada em sua conta no X que seu “abraço” está “com cada família que espera uma ligação”. “Não queremos rumores nem versões. Queremos estar com os nossos, abraçar-nos e viver esse momento quando ele chegar”, disse.
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