MURCIA 17 maio (EUROPA PRESS) -
A Guarda Civil da Região de Murcia desenvolveu em Cartagena a operação 'Rek', para esclarecer um caso de agressão sexual a um menor, que culminou com a prisão de dois parentes da vítima, como supostos autores dos crimes de agressão sexual e posse de pornografia infantil.
A investigação teve início há alguns meses, quando a mãe de um menor apresentou uma queixa na qual informava aos guardas civis que seus dois filhos haviam lhe contado que um parente havia tocado nas partes íntimas de um deles.
Especialistas da Polícia Judiciária de Benemérita se encarregaram da investigação e abriram a operação para verificar os fatos criminosos denunciados e esclarecê-los.
As primeiras investigações permitiram que os investigadores estabelecessem que, aproveitando o fato de coincidirem em reuniões familiares, um dos tios do menor havia tocado seus órgãos genitais enquanto outro membro da família gravava esses atos com um telefone celular.
Os guardas civis analisaram as informações fornecidas pelo denunciante e pelo menor, que foram cruciais para a solução do caso, e continuaram com a investigação para localizar os supostos autores dos atos e, após obter as provas digitais apropriadas, prendê-los.
Embora nenhum dos dois suspeitos tenha cooperado com os investigadores, as provas obtidas e os vídeos localizados confirmaram os atos criminosos sob investigação sem qualquer dúvida quanto à sua suposta autoria.
A Guardia Civil prendeu o tio da vítima como suposto autor do crime de agressão sexual, por tocar suas partes íntimas; e outro parente como suposto autor do crime de posse de pornografia infantil, por gravar esses atos criminosos com um telefone celular.
Durante as prisões, os guardas civis apreenderam vários dispositivos eletrônicos, como telefones celulares, que foram analisados e nos quais foram confirmados os crimes sob investigação.
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