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MADRID, 26 jun. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos duas pessoas foram mortas na quinta-feira em bombardeios realizados pelo exército israelense contra o sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde o final de novembro de 2024, após o qual as Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram que eram dois membros do partido da milícia xiita Hezbollah.
O Ministério da Saúde do Líbano indicou que um dos mortos foi atingido por um bombardeio de drones entre as cidades de Shaqra e Barashit, mas sua identidade ainda não é conhecida, conforme relatado pela agência de notícias estatal libanesa NNA.
Ela também acrescentou que a segunda vítima foi atingida por outro bombardeio em sua motocicleta na cidade de Beit Lif, sem que sua identidade fosse conhecida e sem que o Hezbollah dissesse se ele era membro do grupo.
Por sua vez, as IDF enfatizaram que o homem morto na área em torno de Barashit era "um comandante da Força Radwan do Hezbollah", a unidade de elite do grupo, enquanto o outro homem morto foi identificado como "um terrorista" que estava em "um posto de observação do Hezbollah".
"As IDF continuarão a agir para eliminar qualquer ameaça ao Estado de Israel", disse o comunicado. Israel justifica esses ataques ao Líbano argumentando que está agindo contra as atividades do Hezbollah e, portanto, não viola o cessar-fogo acordado em novembro, embora tanto Beirute quanto o grupo tenham criticado essas ações, que também foram condenadas pela ONU.
O pacto, firmado depois de meses de combates após os ataques de 7 de outubro de 2023, estipulava que tanto Israel quanto o Hezbollah deveriam retirar suas tropas do sul do Líbano. No entanto, o exército israelense manteve cinco postos no território do país vizinho, o que também foi criticado pelas autoridades libanesas e pelo grupo xiita, que exigem o fim desse posicionamento.
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