Publicado 08/05/2026 01:01

Duas pessoas que embarcaram no navio de cruzeiro afetado pelo surto de hantavírus estão em isolamento preventivo no Chile

Archivo - Arquivo - Bandeira do Chile.
MINISTERIO DE DEFENSA DE CHILE - Arquivo

MADRID 8 maio (EUROPA PRESS) -

O Ministério da Saúde do Chile determinou o isolamento “preventivo” de dois cidadãos chilenos que embarcaram no cruzeiro de luxo “MV Hondius”, que partiu do porto argentino de Ushuaia com destino a Cabo Verde e, posteriormente, às Ilhas Canárias, apesar de nenhum deles ter apresentado, até o momento, sintomas dessa infecção respiratória.

“Embora ambas as pessoas não apresentem nenhum sintoma atribuível ao hantavírus e estejam saudáveis, devido à situação do navio, está sendo realizado um acompanhamento epidemiológico que inclui testes para o vírus”, precisou o ministério em um comunicado no qual informou que ambas as pessoas embarcaram “no meio da viagem”.

O texto do Ministério da Saúde chileno foi publicado horas depois de o próprio órgão ter descartado a possibilidade de que a exposição das pessoas afetadas por esse vírus — que já causou a morte de três pessoas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) — tenha ocorrido no Chile.

"Os casos relatados como primários passaram pelo Chile em um período que não corresponde ao de incubação, pelo que a exposição ao vírus não teria ocorrido em nosso país", destacou o ministério.

Na mesma comunicação, o Ministério da Saúde sul-americano afirmou que, no Chile, a cepa Andes do hantavírus é “o único agente etiológico confirmado do hantavírus humano” e que “o último caso documentado de transmissão” entre pessoas no país “ocorreu em 2019”, correspondendo a uma situação “pontual” que foi “oportunamente controlada pela autoridade sanitária”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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