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MADRID 10 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades israelenses anunciaram nesta segunda-feira a prisão de dois palestinos residentes na cidade de Nablus, na Cisjordânia, por suspeita de terem recebido fundos do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) para organizar atos terroristas.
De acordo com informações da emissora de televisão israelense Arutz Sheva, as prisões foram feitas como parte das operações na Cisjordânia, devido a suspeitas de que esses indivíduos haviam entrado em contato com membros do Hamas no exterior para obter fundos para atos terroristas.
Os policiais teriam apreendido US$ 35.200 (cerca de 32.390 euros) e 33.000 shekels (cerca de 8.395 euros) durante as batidas, após as quais os dois foram acusados de vários delitos, inclusive de pertencer a "uma organização hostil" e "manter contatos com o inimigo".
A IDF intensificou suas operações na Cisjordânia após os ataques realizados em 7 de outubro de 2023 pelo Hamas e outras facções palestinas, embora os primeiros nove meses desse ano já tenham registrado um número recorde de mortes na Cisjordânia.
Desde então, as autoridades palestinas relataram a morte de mais de 875 palestinos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental desde 7 de outubro de 2023, além de mais de 48.400 mortos na ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza após os ataques de 7 de outubro, que deixaram cerca de 1.200 mortos e quase 250 sequestrados, de acordo com o governo israelense.
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