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MADRID 26 out. (EUROPA PRESS) -
Duas pessoas foram mortas no domingo em ataques israelenses no sul do Líbano, apesar do acordo de cessar-fogo em vigor após a recente escalada da guerra.
Um dos mortos foi morto em um ataque de drone israelense a um veículo em Nabi Chit, na região de Baalbek, segundo o diário libanês 'L'Orient-Le Jour'.
O outro morto era um membro da milícia xiita Hezbollah, que também foi morto em um ataque de drone que lançou dois projéteis em um carro perto de Naqura, no distrito de Tyre.
O falecido foi identificado como Abdel Sayed. Ele era dono de um posto de gasolina e também era membro do Hezbollah, de acordo com o diário libanês. O posto de gasolina está localizado próximo à sede da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (UNIFIL).
Mais tarde, as forças armadas israelenses confirmaram um ataque no sul do Líbano, no qual um comandante das forças especiais do Hezbollah, a Força Raduan, identificado como Muhamad Akram Arabiya, foi morto, de acordo com a versão israelense.
"Arabiya promovia a reconstrução da capacidade de combate do Hezbollah e estava envolvido em tentativas de restabelecer a infraestrutura terrorista do Hezbollah, violando os acordos entre Israel e Líbano", acusa Israel.
Israel lançou dezenas de bombardeios contra o Líbano apesar do cessar-fogo, argumentando que está agindo contra as atividades do Hezbollah e afirmando que não está violando o pacto, embora tanto Beirute quanto o grupo tenham criticado essas ações, que também foram condenadas pelas Nações Unidas, que alertaram sobre o risco de desestabilização.
O cessar-fogo estipulou que tanto Israel quanto o Hezbollah deveriam retirar suas tropas do sul do Líbano. No entanto, o exército israelense manteve cinco postos no território do país vizinho, o que também foi criticado pelas autoridades libanesas e pelo grupo xiita, que exigem o fim desse posicionamento, além de sobrevoos no espaço aéreo libanês.
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