Publicado 19/03/2025 07:25

Dois militares ucranianos foram condenados a 15 anos de prisão por "atirar em civis" na região russa de Kursk

Archivo - Arquivo - O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky faz um discurso para os soldados durante uma marcha militar no primeiro aniversário do início da guerra na Ucrânia.
Kay Nietfeld/dpa - Arquivo

MADRID 19 mar. (EUROPA PRESS) -

A justiça russa condenou nesta quarta-feira dois soldados ucranianos a 15 anos de prisão depois de considerá-los culpados de cometer "atos de terrorismo" ao "disparar contra civis" na região russa de Kursk, onde o exército ucraniano realiza uma incursão desde agosto.

O Comitê Investigativo Russo disse em um comunicado que "as evidências reunidas são suficientes para condenar os dois soldados de uma brigada de assalto ucraniana". Os soldados foram identificados como Denis Popov e Alexander Dzema.

O tribunal encarregado do caso estabeleceu que, em agosto de 2024, quando "as tropas ucranianas invadiram ilegalmente o território russo, (...) abriram fogo repetidamente contra civis e militares russos com a intenção de matá-los".

A esse respeito, ele esclareceu que esses "ataques" ocorreram especialmente nas localidades de Nikolayevo Daryino e Plekhovo, no distrito de Sudzhanski. "Eles intimidaram a população local, invadiram ilegalmente suas casas e bloquearam a evacuação da população civil enquanto os combates estavam ocorrendo". Ambos foram detidos pelas forças de segurança russas durante os combates na região.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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