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MADRID 4 mar. (EUROPA PRESS) -
Pelo menos membros do Ministério da Defesa da Síria foram mortos na manhã de segunda-feira em uma emboscada na província costeira de Latakia por milícias leais ao antigo regime de Bashar al-Assad, deposto em dezembro do ano passado em uma ofensiva de rebeldes e jihadistas que agora governam o país.
Uma fonte de segurança confirmou o ataque à agência de notícias estatal SANA, que tirou a vida de "dois membros do Ministério da Defesa" no bairro de Al Datour, localizado em um dos redutos do ex-presidente, que fugiu para a Rússia após ser derrotado pela revolta liderada pelo Hayat Tahrir al Sham (HTS).
O Departamento de Segurança Interna já lançou uma operação no bairro e em seus arredores para prender os autores e levá-los à justiça, de acordo com a agência em uma mensagem em sua conta do Telegram.
A Syria TV informou que "várias" pessoas procuradas ligadas ao regime deposto já haviam sido presas na cidade de Ain Shuqaq, na mesma província, no domingo.
Por outro lado, as Forças de Defesa de Israel (IDF) informaram na segunda-feira que atacaram posições militares na área de Qardaha, também em Latakia, ligadas ao antigo regime sírio, enquanto vários quilômetros ao sul, em Tartous, foram registradas explosões.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede em Londres, e informantes no país também disseram que os civis na área, onde está localizada uma base militar russa, receberam mensagens de alerta em seus telefones celulares.
"Coincidindo com o voo de uma aeronave desconhecida, uma explosão foi ouvida perto do porto de Tartous e plumas de fumaça subiram", disse.
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