Publicado 04/06/2025 07:29

A Diretoria de Ensino vai a Altamira para exigir o reajuste salarial de Buruaga e recebe o apoio de Urtasun.

Ele garante que o Ministro da Cultura demonstrou sua "solidariedade" com os professores da Cantábria.

Representantes da Junta de Personal Docente de Cantabria com o Ministro da Cultura, Ernest Urtasun
NACHO CUBERO-EUROPA PRESS

SANTANDER, 4 jun. (EUROPA PRESS) -

Aproximadamente dez membros do Conselho de Professores da Cantábria aproveitaram a presença da presidente regional, María José Saénz de Buruaga (PP), em Altamira (Santillana del Mar), na quarta-feira, para exigir que os salários dos professores sejam ajustados e para informar o ministro da Cultura, Ernest Urtasun (Sumar), sobre suas reivindicações, que mostrou seu apoio a elas.

O protesto dos membros do Conselho a Buruaga ocorreu antes da visita que ambos fizeram a Neocueva, aproveitando sua presença no Patronato de Altamira.

Vestindo suas habituais camisetas verdes em defesa das escolas públicas, os membros dos sindicatos da Junta receberam o presidente com gritos de "Buruaga, pague, pague, pague, pague", apoiados por uma expedição de estudantes franceses e seus professores.

E o Ministro da Cultura recebeu um folheto que o informava sobre suas reivindicações, bem como sobre as mobilizações e greves realizadas, às quais Urtasun expressou sua "solidariedade" e demonstrou seu "apoio" à educação pública, de acordo com fontes do Conselho de Pessoal, conforme relatado à Europa Press.

Com sua presença no terreno do Museu de Altamira, onde o Conselho de Curadores se reunirá a partir das 12 horas, o Conselho quis reivindicar que Buruaga liderasse as negociações sobre o reajuste salarial.

E, na opinião do Conselho, o Ministro da Educação, Sergio Silva, é atualmente "apenas um parapeito" do presidente.

Neste ponto das negociações, que estão interrompidas desde a greve de 28 e 29 de maio, a Junta considera que a responsabilidade final pelo fato de o governo "ainda estar com uma proposta absolutamente insuficiente" é do presidente.

Além disso, a Junta censurou a essa agência a "enésima manobra de distração" do conselheiro, com suas declarações na terça-feira, nas quais ele abriu a porta para introduzir melhorias na proposta do governo de adequação salarial - não no aspecto econômico, mas no que diz respeito ao treinamento para os sexenios e outras áreas - e para colocar em relação essa negociação com a redução dos índices no próximo curso no terceiro trimestre do primário.

Com essa ação, os sindicatos de professores consideram que o conselheiro "perpetua um conflito que está se arrastando sem precedentes" e procura "ficar em cima" das famílias.

Eles entendem que "opor" melhorias na qualidade da educação pública - como, em sua opinião, é a redução dos índices - à adequação dos salários dos professores é "enganoso", ainda mais levando-se em conta os subsídios às escolas subsidiadas pelo Estado e o "desperdício" de dinheiro público em outras áreas.

Além disso, eles lembram que a redução "necessária" dos índices é um "compromisso eleitoral" do PP, cujos líderes do governo pediram que, se não for implementada agora, "eles devem se afastar", mas "não colocar a culpa" nos professores.

Quanto à "intenção" expressa pelo Ministro de "retomar" a negociação do reajuste salarial, o Conselho mantém que não recebeu nenhum convite a esse respeito e pediu ao Governo que apresentasse por escrito suas propostas para melhorar a oferta atual antes de uma reunião.

A Junta garantiu que após a greve de maio, e também nos dias que a antecederam, não houve "nenhum contato" do ministro.

Como parte das "Quartas-feiras Verdes", a Diretoria de Pessoal promoveu uma pesquisa de satisfação entre os professores sobre a administração de Silva.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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