Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 14 maio (EUROPA PRESS) -
A segunda vice-presidente e ministra do Trabalho, Yolanda Díaz, lamentou nesta quinta-feira a morte “no cumprimento do dever” dos dois guardas civis falecidos durante a perseguição a uma lancha de contrabando em Huelva, ao mesmo tempo em que reivindicou meios e recursos para a luta das Forças e Corpos de Segurança do Estado contra o tráfico de drogas.
Em declarações à imprensa ao chegar ao café da manhã informativo Fórum Europa, organizado pelo presidente da Confederação Empresarial Espanhola da Economia Social (CEPES), Juan Antonio Pedreño, Díaz evitou referir-se a este acontecimento como “acidente de trabalho”, salientando que dois agentes faleceram “no cumprimento do dever”.
“Não há dúvida alguma”, enfatizou a ministra após ser questionada sobre as palavras da candidata do PSOE na Andaluzia, a ex-ministra María Jesús Montero, no segundo debate eleitoral, que posteriormente ela matizou.
Dito isso, a vice-presidente destacou a “função fundamental” da Guarda Civil, ao mesmo tempo em que exigiu que ela disponha de “todos os tipos de meios e recursos” para combater “essas enormes máfias e o tráfico de drogas” que “estão prejudicando e colocando em risco” a Espanha com “elementos tão graves quanto as drogas”.
A ministra transmitiu seu apoio às famílias dos dois agentes que “infelizmente faleceram, é claro, no cumprimento do dever” e insistiu em solicitar meios para que as Forças e Corpos de Segurança do Estado possam cumprir suas funções “com absoluto rigor”, diante de situações na luta contra o tráfico de drogas em que “arriscam suas vidas diariamente”.
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