MADRID 7 jul. (EUROPA PRESS) -
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou nesta segunda-feira que os médicos e equipes de resgate cubanos permanecerão “pelo tempo que for necessário” na Venezuela para continuar colaborando nos trabalhos de resgate e atendimento às vítimas, após os fortes terremotos registrados há mais de uma semana, que já causaram a morte de 3.535 pessoas.
“Médicos e equipes de resgate cubanos, em representação de nossa pátria, contribuem modestamente nas ações de resgate e atendimento às vítimas. Eles permanecerão lá pelo tempo que for necessário”, destacou o líder caribenho em uma mensagem publicada nas redes sociais.
As palavras do chefe do Executivo da ilha foram proferidas depois que ele próprio, à frente de uma delegação cubana, compareceu à embaixada da Venezuela em Havana para assinar o livro de condolências aberto após os referidos terremotos.
Em sua mensagem registrada nesse livro, Díaz-Canel transmitiu suas “mais sinceras condolências ao povo e ao governo da irmã República Bolivariana da Venezuela”, conforme divulgado pela Presidência cubana em comunicado à imprensa.
A delegação que o acompanhou foi composta pelo presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular, Esteban Lazo Hernández; pelo primeiro-ministro, Manuel Marrero Cruz, ambos membros do Burô Político; e pelo ministro interino das Relações Exteriores, Gerardo Peñalver Portal.
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