PRESIDENCIA DE CUBA - Arquivo
MADRID 21 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o país “sairá vitorioso” do bloqueio imposto pelos Estados Unidos, que tem sido criticado repetidamente pelo governo, apesar das últimas sanções adotadas por Washington para aumentar a pressão sobre a ilha.
“Os algozes parecem ter escolhido as quintas-feiras para divulgar suas listas negras com nomes de pessoas e instituições cujo único crime é servir a Cuba, enfrentando o bloqueio genocida”, lamentou Díaz-Canel em uma mensagem divulgada nas redes sociais.
“Saberemos resistir e vencer. E os Estados Unidos ficarão na vergonhosa lista de genocidas”, afirmou o presidente após o anúncio do Departamento do Tesouro sobre as sanções, divulgado na quinta-feira.
Na véspera, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, denunciou que essas sanções respondem ao “propósito deliberado” dos Estados Unidos de prejudicar a economia da ilha e impedir que as autoridades prestem serviços básicos à população.
O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs, naquele mesmo dia, sanções contra três pessoas e nove empresas e entidades de Cuba, incluindo o Ministério da Construção.
Também foram sancionadas quatro empresas do setor metalúrgico e mineral de Cuba que operam “em benefício do regime”, segundo Washington: Acinox Comercial, Geominsal, Metalcuba e Empresa de Níquel Comandante Ernesto Che Guevara.
No final de janeiro, Washington autorizou a imposição de tarifas sobre as importações provenientes de países que fornecem petróleo a Cuba e declarou estado de emergência devido a uma suposta ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos, uma medida que agravou a escassez de combustível na ilha.
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