Publicado 07/07/2026 07:31

Deputados da Argentina pedem a Milei que se oponha, perante a ONU, ao bloqueio dos EUA contra Cuba

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo do Congresso da Argentina, em Buenos Aires.
Sebastián Hipperdinger - Europa Press - Arquivo

MADRID 7 jul. (EUROPA PRESS) -

A Câmara dos Deputados do Congresso da Argentina aprovou uma resolução solicitando ao governo liderado pelo presidente do país, Javier Milei, que se oponha, perante as Nações Unidas, ao bloqueio imposto pelos Estados Unidos a Cuba, uma política que classificaram como “genocida” e que esperam “retificar”.

O documento solicita ao Ministério das Relações Exteriores da Argentina e à representação permanente do país na ONU que “votem a favor do levantamento imediato, total e incondicional dessas medidas coercitivas unilaterais”. Assim, rejeitaram veementemente o “bloqueio econômico, comercial, financeiro e energético” imposto à ilha.

A resolução foi aprovada poucas horas antes da realização da sessão extraordinária da Assembleia Geral da ONU, convocada para esta mesma terça-feira, com o objetivo de abrir o debate sobre a situação política na ilha e a grave crise que ela atravessa.

Assim, o texto afirma que a política do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, representa um “bloqueio genocida” e destaca que “constitui uma privação deliberada das condições materiais de vida da população cubana”. Além disso, lamenta que seja utilizada como “instrumento de pressão política”.

Nesse sentido, enfatizaram que essas restrições “têm um impacto direto nos serviços essenciais da ilha, como hospitais, água potável, conservação de alimentos e medicamentos”, entre outros, razão pela qual se solicita ao governo de Milei uma “retificação” o mais rápido possível.

“Queremos defender, em todos os fóruns multilaterais pertinentes, uma posição em conformidade com os princípios de soberania, igualdade jurídica dos Estados, não intervenção, autodeterminação dos povos, cooperação internacional, defesa dos Direitos Humanos e proibição da coerção econômica unilateral e extraterritorial”, afirma o documento.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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