Publicado 25/04/2025 06:00

Deputado brasileiro acusado de planejar o assassinato da vereadora Marielle Franco em 2018 é afastado do cargo

Archivo - Arquivo - 24 de março de 2024, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil: Rio de Janeiro, (RJ), 22/03/2024- CASO/MARIELLE/MATRIMÔNIO - Os irmãos Domingos Brazao e Chiquinho Brazao foram presos neste domingo (24) identificados como mandantes do aten
Europa Press/Contacto/Erica Martin, Erica Martin

MADRID 25 abr. (EUROPA PRESS) -

A Câmara dos Deputados do Brasil anunciou na quinta-feira a revogação do mandato de deputado de Chiquinho Brazão, acusado de ser o suposto mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes, em 2018.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da Câmara e é justificada com base no artigo da Constituição que determina a perda do mandato do parlamentar que "deixar de comparecer, em cada período legislativo, a um terço das sessões ordinárias da Câmara".

Brazão havia sido preso no ano passado também por causa desse caso, mas estava em prisão domiciliar desde o início de abril, depois de receber a medida do juiz do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes por motivos de saúde, segundo a Agência Brasil.

Também como resultado desse caso, o sistema judiciário brasileiro indiciou Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro e irmão de Chiquinho, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, ambos atualmente presos em presídios federais.

No caso, estão sendo fundamentais os depoimentos do autor material dos disparos, o ex-policial Ronnie Lessa, que os irmãos Brazão contrataram, juntamente com o ex-policial Élcio Queiroz, para matar Marielle Franco em razão das denúncias da vereadora sobre os interesses imobiliários dos irmãos Brazão em áreas do Rio controladas por grupos armados.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado