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MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -
A organização de direitos dos beduínos Al Baidar denunciou no domingo a construção de um novo assentamento israelense entre as aldeias de Al Mugayir e Turmus Aya, no centro da Cisjordânia.
Os colonos judeus transferiram várias caravanas e começaram a despejar cimento no local, disse o grupo, citado pela agência de notícias palestina Sanad.
Al Baidar denunciou essa "nova tentativa da ocupação de expandir os assentamentos e tomar as terras palestinas" e pediu à comunidade internacional que intervenha "urgentemente" para "pôr fim a essas operações, que são um ataque à população palestina".
A Comissão de Resistência ao Muro e aos Assentamentos denunciou que 60 novos postos avançados de assentamento foram erguidos desde 7 de outubro de 2023, oito deles na Área B sob os Acordos de Oslo como sob controle civil palestino e controle militar israelense. Os demais estão na Área C, sob total controle civil e militar israelense.
A Cisjordânia - incluindo Jerusalém Oriental - e a Faixa de Gaza - da qual Israel se retirou formalmente em 2005 - foram ocupadas militarmente por Israel na guerra de 1967, juntamente com as Colinas de Golã da Síria.
No total, cerca de 700.000 colonos judeus vivem na Cisjordânia, alguns em colônias consideradas legais por Israel e outros em assentamentos considerados ilegais até mesmo pelo governo israelense. A colonização de territórios militarmente ocupados é considerada um crime de guerra de acordo com a lei internacional.
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