Publicado 20/06/2026 09:24

Denunciam que a morte da ativista Monika Silva no Equador foi um assassinato e não um suicídio

Archivo - Arquivo - O comandante da Polícia de Manabí, Wladimir Acurio, presta esclarecimentos ao ministro do Interior do Equador, John Reimberg
JOHN REIMBERG EN X - Arquivo

MADRID 20 jun. (EUROPA PRESS) -

Organizações sociais denunciaram que a ativista polonesa Monica Martyna Koniuszek, conhecida como Monika Silva, foi assassinada e não morreu por suicídio, como afirma o Ministério do Interior.

“Monika alertou que sua vida estava sendo ameaçada”, denunciou em coletiva de imprensa a diretora executiva do Centro Equatoriano para a Promoção e Ação da Mulher (CEPAM), Lita Martínez.

O CEPAM e o Comitê Permanente pela Defesa dos Direitos Humanos (CDH) instaram, assim, as autoridades a não descartar a possibilidade de se tratar de um feminicídio ou de que o ativismo de Koniuszek e as denúncias que ela fez antes de sua morte constituam o motivo do crime.

A ativista foi encontrada morta na tarde de segunda-feira, 8 de junho, em sua residência no município de Montañita, em Santa Elena. A mulher, de 41 anos, mãe de duas filhas e proprietária de uma pousada no bairro de El Tigrillo, foi encontrada em um quarto do imóvel.

Sua morte teria ocorrido várias horas antes da descoberta e, segundo a polícia, não foram encontradas armas de fogo nem projéteis no local. O relatório policial indica que o corpo apresentava um sulco na altura do pescoço.

Koniuszek era uma ativista comunitária que realizava trabalhos sociais e se envolvia em diversas causas de interesse público na província de Santa Elena. Além disso, criticava a gestão dos governos locais da região.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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