A. Pérez Meca - Europa Press
MADRID 18 dez. (EUROPA PRESS) -
O delegado do governo em Madri, Francisco Martín, admitiu sentir uma sensação de "alívio" depois de anunciar oficialmente sua absolvição no "caso Begoña Gómez", embora tenha exigido "reparação" para todos os acusados em um caso em que "não há nada" devido à "violência política" a que estão sujeitos.
"Eu sempre disse que nunca houve nada e que tudo vai acabar em nada", disse Martín em declarações à imprensa da Delegação do Governo, onde enfatizou que "não há caso" e reconheceu ter passado por "meses de verdadeiro sofrimento", embora soubesse que "não havia nada a temer".
Foi nesse momento que Martín reconheceu que, ao ser investigado nesse caso, sofreu "pressão, barulho e até mesmo violência política significativa". Ele ressaltou que "tudo acabou" para ele, mas que ainda há outros réus "que continuam sendo submetidos a essa pressão injusta e cruel".
Nesse sentido, o delegado defendeu a honestidade dessas pessoas e ressaltou que "esperamos que possa haver reparação" para elas, pois "foram tratadas de forma injustificável" e "sem dúvida merecem" desculpas.
O juiz Juan Carlos Peinado apresentou nesta quinta-feira o "caso Begoña Gómez" para o delegado do governo, depois que o Tribunal Provincial de Madri o intimou a retirar sua condição de investigado, considerando que sua imputação se baseava em "meras suposições".
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