Publicado 04/03/2026 09:03

O delegado do Governo em C-LM admite que as expectativas "não são boas" em relação à jovem desaparecida em Santander.

O delegado do Governo em Castela-La Mancha, José Pablo Sabrido.
EUROPA PRESS

CHILOHECHES (GUADALAJARA), 4 (EUROPA PRESS)

O delegado do Governo em Castela-La Mancha, José Pablo Sabrido, confirmou nesta quarta-feira em Chiloeches que a jovem desaparecida após o acidente ocorrido na passarela de El Bocal, em Santander, tem 20 anos e é natural de Guadalajara. O acidente, que até o momento causou a morte de cinco pessoas, mantém esta jovem de 20 anos como única desaparecida. “As expectativas não são boas, gostaria que fossem”, acrescentou. Sabrido explicou que os pais da jovem foram informados durante a noite de terça-feira e que já se encontram na capital cantábrica. “Seus pais foram informados ontem à noite, já estão em Santander e estamos em contato permanente com a Delegação do Governo em Santander”, indicou.

O delegado precisou que a jovem foi identificada, embora não sejam fornecidos mais dados pessoais “como podem compreender, neste momento”. Além disso, indicou que a família está recebendo “toda a atenção da Delegação do Governo da Espanha na Cantábria”.

Em relação ao dispositivo de busca, Sabrido transmitiu as informações recebidas da operação desdobrada na zona, onde estão sendo utilizados todos os recursos disponíveis, incluindo um submarino para rastrear a área do acidente e tentar localizar a jovem. “Estão colocando todos os recursos que estão em Santander à disposição para localizar o corpo da jovem”, afirmou.

O delegado reconheceu a dureza da situação e classificou o momento como “doloroso e penoso” para a família. “Espero que a encontrem logo, embora as expectativas não sejam favoráveis, mas seria o desejável”, disse, mostrando seu desejo de que tudo se resolva “pelo bem da família e pelo bem de todos o mais rápido possível”. “Trata-se de uma situação penosa”, acrescentou, admitindo também que a família está recebendo atenção do Governo da Espanha na Cantábria. A jovem estudava em um instituto de Formação Profissional na Cantábria, segundo indicou o próprio delegado, que insistiu na prudência e no respeito à família enquanto as buscas continuam.

Em relação à possível presença de cidadãos de Castela-La Mancha no atual conflito no Oriente Médio, o delegado do Governo na região, José Pablo Sabrido, indicou que não há dados concretos sobre quantos castelhanos-manchegos poderiam estar na zona.

Segundo explicou, a informação disponível provém exclusivamente do Ministério dos Negócios Estrangeiros e, por enquanto, não existe um censo específico a nível autonômico. Neste sentido, transmitiu a recomendação oficial de que as pessoas que residam ou se encontrem em trânsito nos países afetados se inscrevam nas listas habilitadas nas embaixadas e consulados, a fim de facilitar uma eventual coordenação para o seu regresso.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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