Carlos Luján - Europa Press - Arquivo
MADRID 2 set. (EUROPA PRESS) -
A Delegação do Governo em Madri proibiu a manifestação convocada pela Vox para esta terça-feira, às 18h30, nas proximidades do Primeiro Centro de Recepção de Hortaleza, após o suposto estupro de uma menina de 14 anos por um residente do centro na semana passada.
"É uma manifestação com o objetivo de assediar menores de idade em suas casas", disse o delegado do governo em Madri, Francisco Martín, em declarações à TVE, que ressaltou que a Polícia Nacional classificou o risco envolvido nessa manifestação como "alto".
Pouco antes, a porta-voz do grupo parlamentar Vox no Congresso dos Deputados, Pepa Millán, havia anunciado que o protesto estava sendo convocado em solidariedade à vítima da agressão sexual e também "em nome de todas as vítimas da imigração ilegal, maciça e incompatível".
Millán, que garantiu que, se a Vox não fizer esse protesto, "ninguém o fará e ninguém o denunciará", enviou toda a sua solidariedade à família da suposta vítima, ao mesmo tempo em que criticou "a presença cada vez maior" desses centros, nos quais, segundo ela, "jovens de uma cultura incompatível com o Ocidente são internados".
Em maio passado, a Delegação do Governo emitiu uma resolução proibindo a manifestação organizada pela Asociación Núcleo Nacional em frente a esse mesmo Primeiro Centro de Recepção em Hortaleza. Naquela ocasião, a Delegação justificou sua decisão com base na "necessidade de proteger a segurança pública e os direitos fundamentais dos menores no centro".
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