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A até então vice-presidente assume o cargo de "presidente encarregada" e dirige seu primeiro Conselho de Ministros em Miraflores.
MADRID, 5 jan. (EUROPA PRESS) -
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, nomeou uma comissão para tentar garantir a libertação do presidente do país, Nicolás Maduro, que foi capturado pelo exército dos EUA durante um ataque ao país sul-americano no sábado.
O ministro das Comunicações da Venezuela, Freddy Náñez, disse que durante uma reunião do Conselho de Ministros - a primeira com Rodríguez como presidente encarregado - duas comissões foram criadas pela até então vice-presidente, uma das quais é "a comissão de alto nível para a libertação do presidente, Nicolás Maduro, e da primeira-dama, Cilia Flores".
Ela especificou em uma aparição transmitida pelo canal de televisão estatal VTV que esse órgão será presidido pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez; pelo ministro das Relações Exteriores, Yvan Gil; pela vice-ministra de Comunicação Internacional, Camilla Fabri; e pelo próprio Náñez.
Náñez também elogiou as mobilizações na Venezuela e em outras partes do mundo para transmitir "a exigência irredutível da libertação imediata do presidente, Nicolás Maduro, e da primeira-dama, Cilia Flores". "Nossas ruas estavam cheias de pessoas, com bandeiras tricolores, com oito estrelas, e uma justa demanda pela soberania e autodeterminação do povo", enfatizou.
"É inaceitável que um precedente tão prejudicial como esse possa ser consolidado, pois seria um fator de desequilíbrio não apenas para a região, mas para o mundo", disse ele, ao confirmar que Rodríguez também havia visitado os feridos durante o ataque dos EUA.
"Homens e mulheres jovens, corajosos e heroicos, soldados que defenderam nossa soberania, nossa integridade e nosso presidente", disse ele, horas antes de Maduro comparecer ao tribunal em Nova York para enfrentar acusações de conspiração narcoterrorista, de acordo com a acusação, que cita a Seção 960a do Título 21 do Código Penal dos EUA.
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