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MADRID 17 mar. (EUROPA PRESS) -
O chefe de políticas de imigração da administração de Donald Trump, Tom Homan, defendeu os últimos voos de deportação de criminosos estrangeiros em condições irregulares, especificamente a expulsão de venezuelanos para El Salvador, e assegurou que é uma manobra que rema a favor da segurança nacional e "deve ser motivo de comemoração" no país.
"Nós expulsamos os terroristas. Deveria ser motivo de comemoração para este país", disse Homan, que garante que quando as autoridades receberam a ordem judicial contra essa medida, o avião já estava em águas internacionais "cheio de terroristas e com sérias ameaças à segurança pública".
Em declarações à imprensa americana fora da Casa Branca, Homan afirmou que o presidente Trump fez "exatamente a coisa certa" e que agiu sob a autoridade conferida pela Lei de Estrangeiros, de acordo com a rede de notícias CNN.
O governo dos Estados Unidos deportou ontem à noite cerca de 250 criminosos internacionais - incluindo membros do Trem de Aragua e da Mara Salvatrucha - para a grande prisão antiterrorista em El Salvador, de acordo com uma lei controversa do século 18 que autoriza o presidente a usar poderes de guerra arcaicos para acelerar as deportações de migrantes sem documentos.
No entanto, essas deportações foram anunciadas horas depois que o juiz federal James E. Boasberg suspendeu por duas semanas a execução de qualquer deportação com base nessa lei de guerra. O governo Trump e até mesmo o presidente salvadorenho, Nayib Bukele, brincaram dizendo que a ordem do juiz chegou "tarde demais" e não conseguiu impedir as deportações.
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