Publicado 13/01/2026 01:18

Cuba repatriará nesta quinta-feira os corpos dos seus 32 cidadãos mortos no ataque dos EUA contra a Venezuela

HAVANA, 4 de janeiro de 2026 — O presidente cubano Miguel Diaz-Canel faz um discurso em um evento condenando a agressão militar dos EUA contra a Venezuela em Havana, capital de Cuba, em 3 de janeiro de 2026.
Europa Press/Contacto/Joaquin Hernandez

MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) - O governo de Cuba anunciou que repatriará nesta quinta-feira os restos mortais dos 32 “combatentes” mortos no ataque realizado há mais de uma semana pelo Exército dos Estados Unidos sobre Caracas e arredores, que permitiu a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores.

“Nesta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, chegarão à pátria os restos mortais dos 32 combatentes que caíram heroicamente durante o ataque criminoso perpetrado pelo governo dos Estados Unidos contra a irmã República Bolivariana da Venezuela”, informou a Presidência cubana em sua conta na rede social X.

À chegada dos corpos ao Aeroporto Internacional José Martí, em Havana, terá lugar uma “primeira homenagem póstuma” às vítimas do que o Executivo cubano classificou como “ato criminoso de terrorismo” por parte de Washington.

Os corpos serão posteriormente transferidos para a sede do “Ministério das Forças Armadas Revolucionárias”, onde serão expostos para que “o povo possa prestar-lhes homenagem” tanto no exterior como no interior do órgão público.

A Presidência também convocou os habaneros a se reunirem na sexta-feira na “Tribuna Anti-imperialista José Martí” para realizar uma marcha antes que os corpos sejam cremados nos “panteões dos mortos pela Defesa” de suas respectivas localidades, embora em “todos” os municípios da ilha sejam realizados atos de homenagem aos “combatentes”.

Os membros das forças de segurança cubanas mortos durante o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela incluem 20 “combatentes do Ministério do Interior” — entre eles dois coronéis, um tenente e quatro majores —, bem como doze “combatentes das Forças Armadas Revolucionárias” — entre eles um capitão, um primeiro suboficial e um suboficial maior.

O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, destacou que eles “cumpririam dignamente seu dever e caíram, após resistência ferrenha, em combate direto contra os agressores ou como resultado dos bombardeios às instalações e souberam elevar, com sua atuação heróica, o sentimento de solidariedade de milhões de compatriotas”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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